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A ETERNIDADE E UM DIA Edson Bueno
 


 

“O que eu mais gosto na religião católica é do vinho e dos pecados”. – Zé Celso Martinez Corrêa



Escrito por Edson Bueno às 11h01
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AUTOCRÍTICA

Amo Meryl Streep. Como amo Woody Allen, Almodóvar e Johnny Depp, e espero, ansioso, pelo seus próximos filmes. Sempre. E agora, leio, que em seu blog ela faz uma bem-humorada autocrítica da carreira. Corajosa porque vai deixar muita gente de mau humor, mas lamentosamente divertida. Talvez todo mundo já tenha lido, mas vou registrar aqui, porque vale a pena!

"Meus amigos e eu estávamos ontem (no dia 26 de agosto) numa conversa casual que a única coisa em comum aos grandes atores é que eles estrelaram, ao menos, um filme clássico. Para meu grande amigo Al Pacino é provavelmente "O poderoso chefão" e "Um dia de cão". Para Robert De Niro há "Touro indomável" e "Táxi Driver". E para Diane Keaton, o óbvio: "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa". O único ator que fugiu à regra fui eu. Mas eu sei que eu sou uma boa atriz. Ganhei dois Oscars e fui indicada 15 vezes. É um recorde. Mas o que eu e meus amigos percebemos é que o nome Meryl Streep não é sinônimo de nenhum filme inesquecível. É estranho pensar nisso, mas é a mais pura verdade. Gosto de "Rio Selvagem". É um thriller sólido. Bom elenco, mas não chega a ser um clássico!Você está provavelmente pensando em "Kramer vs. Kramer". Este foi o que eu e meus amigos imediatamente pensamos! Mas vamos ser honestos. "Kramer vs. Kramer" não é realmente uma obra-prima do mesmo quilate de, digamos, "Operação França" ou "Sindicato de ladrões". Não que seja um filme ruim, é na verdade muito bom. Mas está mais para um filme de Dustin Hoffman do que para de Meryl Streep. E quando você pensa em Dustin Hoffman, "Kramer vs. Kramer" está em quarto lugar, atrás de "A primeira noite de um homem", "Tootsie" e "Perdidos na noite". Em seguida, vem "A Escolha de Sofia". Faz todo o sentido. Mas você assistiu ao filme? O filme não foi bem datado. Minha performance é muito boa. Não há dúvida nisso. Merecedora do Oscar, inclusive. Mas se não fosse eu falando aqueles longos monólogos, as pessoas veriam o filme pelo que ele realmente é: um melodrama com o Holocausto como pano de fundo para fazer com que o triângulo amoroso fosse menos banal”.

A atriz então foi dar uma olhada na lista dos 100 melhores filmes de todos os tempos da American Film Institute (AFI). Ela viu que "A escolha de Sofia" está no 91º lugar do ranking. Continuou então a dissecar sua filmografia. "Pontes de Madison", "As Filhas de Marvin", "Dúvida", "Rio selvagem"...

E para os que pensaram em "O Diabo Veste Prada" na mesa?

"Por favor, não preciso da caridade de vocês", devolveu Meryl Streep.

"O chato dessa história toda é que eu trabalhei com os diretores responsáveis pelos melhores filmes dos Estados Unidos. Mas não estive em nenhum deles. Fiz Robert Altman, mas não "A Ùltima Noite". Mike Nichols me chamou, mas não para "Ânsia de Amar", mas "A Difícil Arte de Amar". Alguém no mundo a não ser Mike Nichols tem o DVD de "A Difícil Arte de Amar"?

E conclui:

"Estou com 60 anos sem um "Um estranho no ninho" ou "Bonnie & Clyde" no meu nome, que fica assim: Meryl Streep: excelente atriz, filmes ok".

 



Escrito por Edson Bueno às 12h26
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E LÁ SE FOI O CRISTO REDENTOR!

 

Roland Emmerich não perdoa! Cansado de destruir Nova Iorque, agora ele globalizou de vez. Em seu novo filme “2012”, destrói o mundo. E claro, o nosso cartão postal clássico vai também pras cucuias. Diversos cartazes estão sendo espalhados pelo planeta na campanha de marketing e como os caras acham que nós (como os americanos) adoramos ver nosso país ir para o beleléu, providenciaram um especial para os brasileiros! Não deixa de ser divertido. Só espero que o filme não seja uma baba, porque o velho Roland sabe fazer dinheirinho, mas é imprevisível!



Escrito por Edson Bueno às 02h02
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UM BELO POSTER PARA “BASTARDOS INGLÓRIOS”

 

A ilustração é de James Goodrige, responsável pelo cartaz do último Indiana Jones. Não é original, mas, pelo menos no meu modo de ver, muito cinematográfico! E o filme é um sucesso, contrariando as previsões da maioria dos críticos que o assistiram no Festival de Cannes. Viva Tarantino!



Escrito por Edson Bueno às 11h10
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LA TETA ASUSTADA

 

Não dá pra perder o filme peruano que ganhou o Festival de Berlim. Não dá. Então eu fui assistir. Em toda a minha vida (perdoem a ignorância!) eu só tinha visto um outro filme peruano. Chamava-se “A Muralha Verde” e assisti em 1976, no extinto Cine Excelcior, na Saldanha Marinho, numa sessão especial às 22 horas. Fui curioso ver o filme de Claudia Llosa. Reconheço que é um filme difícil. Em primeiro lugar porque a narrativa não é fluida e a diretora não faz questão de facilitar coisa nenhuma. É tudo muito seco, realista e pouco poético. Embora trave, o tempo todo, uma batalha estranhíssima com o realismo fantástico, “A Teta Assustada” faz de conta que o que importa mesmo é a condição de seus personagens, entregues à subcultura, à tristeza social e à ignorância cultural. É uma dor. E em segundo lugar, embora também faça de conta que não, a diretora usa todos os recursos mais do que conhecidos de uma cinematografia que usa e abusa de exotismos, como se o que se vê na tela fosse muito especial. Diria que estranho, mas o olhar sentimental e simpático de Claudia Llosa faz com que o patético (que poderia ser poético caso ela assumisse o fantástico!) pareça curioso e sincero. Bem, sincero é, mas é duro percebermos que em muitos casos (como o dos personagens do filme), ainda tangenciamos a idade da pedra e a ignorância e obscurantismo é que dão as cartas na luta pela sobrevivência. Magaly Soller não tem um comentário crítico e até onde pude perceber, bem pouco político. Ela prefere usar a modernidade (o cinema, a fotografia, etc.) para tentar convencer-nos de que a miséria política, social e cultural pode ser uma qualidade. A inocência ultrajada. Pode ser. Complicado discutir sem parecer preconceituoso ou machista. Mas... não é um filme ruim, absolutamente. Só promete bem mais do que oferece. Talvez, porque sirva de desculpa para a elaboração da linguagem, o melhor de “La Teta Assustada” está na trajetória particular de sua protagonista. Trajetória que lembra (e muito!) as personagens da nossa Clarice Lispector, com suas lógicas próprias e suas conclusões simplistas, mas sinceras. Fausta, a índia que carrega no espírito o medo da violação, herdado do leite da mãe estuprada pelo Grupo Sendero Luminoso, lembra em certos momentos a Macabéa de “A Hora da Estrela” e seu jeito de ver o mundo à sua volta, cheio de particularidades desconcertantes. Se a diretora/roteirista queria reforçar a ideia de que somos todos uns fodidos latino americanos, acertou em cheio. Minha amiga Eloise Grein achou o filme ”forte e exótico”, eu achei “triste e existencialista”. Mas, sem parecer arrogante, insensível ou nojento, acho que ele peca pela compassividade. O que pode parecer inquietação é na verdade compadecimento.



Escrito por Edson Bueno às 00h47
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TODOS MUITO BEM ACOMPANHADOS

NINE, de Rob Marshall - Só no final do ano!



Escrito por Edson Bueno às 11h44
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SONHOS

 

Meu amigo Chico Nogueira me manda uma preciosidade. Lá pelos anos de 1988, século passado, fomos chamados para uma foto publicitária. Eu, ele, o Áldice Lopes e o falecido Mario Schoemberger. A foto foi feita no Cine Luz, na Praça Santos Andrade. Éramos uns moços, de grande vida interior, muita já vivida, mas aspirávamos ao sonho. Ele viria acontecer calmamente, quero dizer, entre trancos e barrancos, pelos próximos anos. Já lá se vão 21 anos! E dá pra dizer sem medo de errar que o sonho chamado “teatro” aconteceu! Outros sonhos dentro do sonho foram nascendo e acontecendo. E outros ainda permanecem inocentes, dentro do casulo, esperando o momento incerto de desabrochar para a vida. Algumas surpresas inesperadas como o falecimento do querido Mario pegou muito sonho pela perna e atirou-o ao precipício. Mas, com ele, muitos aconteceram. Alguns lindos, iluminados pelas palavras, pelas luzes e pelas marcações teatrais; outros, regados a cerveja, vodka, picanha, confissões e piadas. Foi-se. Mas de que sonhos eu falava mesmo? Ah, sim, outros. Nosso olhar era de surpresa, encantamento, brincadeira. Olhávamos para uma tela branca e fazíamos de conta que estávamos vendo alguma espécie de prazer extremo. Era o presente? O futuro! Talvez nem uma coisa nem outra, éramos uns sonhadores! Nós, que em Curitiba, cidade que esfria gente quente, somos e sempre seremos uns românticos. Lembro de uma crítica do Paulo Francis, elogiando “A Era do Rádio”, do Woody Allen. Ele dizia que o Woody fazia filmes cada vez mais divertidos porque usava cada vez mais o cinema como matéria de sonho. Como se realizasse sua arte com algodão doce! Concordo plenamente. Esse suave e perigoso sonho de ser artista de teatro em Curitiba, tem muito a ver com estar no meio da rua fazendo algodão doce. É lindo, é poético, é vivo de esperança, mas também encerra uma perigosa sensação de que as crianças não gostam mais de algodão doce ou ninguém mais alimenta em sua imaginação, a brincadeira que é vê-lo desmanchar-se dentro da boca. Talvez um “freegel” ou um “m&m”. Quem sabe? E o Áldice, o Chico, eu, agora mais maduros, continuamos olhando para a tela branca sem cinema, mas imaginando tudo. Tenho certeza! Ainda brincamos de achar que um segundo de teatro é a materialização de toda a existência humana, desde o homem das cavernas. E isso é poesia. Somos uns românticos ainda. Graças! Mas, graças também à nossa opção pela arte, sabemos que toda a nossa vida não passa de um sonho, como descreveu Calderón de La Barca em “A Vida é Sonho”:

 

SEGISMUNDO - É verdade. De que serve a fúria e a ambição? Estamos num mundo tão singular, que o viver só é sonhar e a experiência me ensina que o homem que vive, sonha o que é enquanto não acorda. Sonha o rei que é rei e vive nessa ilusão, mandando, dispondo e governando. E esta pompa toda se desfaz nas cinzas da sua morte. Haverá quem imagine reinar sabendo que um dia vai acordar no sonho da morte? O rico sonha com a sua riqueza que tantos ciúmes lhe custa; o pobre sonha que sofre a sua miséria; o que sente medo sonha, sonha o que condena e o que defende, sonha  o que anseia, sonha o que humilha e o que ofende... Todos no mundo sonham o que são, embora ninguém perceba. Eu sonho que estou aqui, preso a essas correntes e sonhei que vivi uma situação soberba e poderosa. O que é a vida? Um desvario, uma ilusão, uma sombra, uma ficção e a maior dádiva é nada diante da vida. Afinal, toda a vida é sonho e os sonhos também são sonhos.

 



Escrito por Edson Bueno às 11h26
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SOBRE TRAILERS, MONSTROS E DESTRUIÇÕES

 

Quando o senhor Luiz Severiano inventou o slogan “Cinema é a maior diversão”, ele estava dando um tiro certeiro em nosso inconsciente. Era um empresário inteligente e sabia que sua frase iria perdurar por muito tempo, além das palavras e além da necessidade imediata de levar gente ao cinema. Mas o cinema como arte (?) sempre manteve uma disputa acirrada entre o puro entretenimento e a fruição artística. Hollywood nunca deu a menor importância para isso, mas os europeus (graças aos deuses!) sempre levaram muito a sério um cinema de autor, com fins humanistas, busca pelo subjetivo e pretensões artísticas. De um lado floresceram nomes como Michael Curtiz, Joseph L. Mankiewicz, Steven Spielberg e James Cameron, por exemplo; e de outro Fritz Lang, Federico Fellini, Luchino Visconti, Luis Bunüel, François Truffaut e Ingmar Bergman, só pra citar alguns nomes. Caviar e pipoca disputando um lugar na história. Mas é em pipoca que eu estou pensando agora. Fato é que tanto um lado como o outro vivem, hoje, uma crise. De um modo geral o cinema dito “de arte” tem cada vez menos público e o tal cinema “indie” americano, praticamente desapareceu das telas. Custa caro e tem muito pouco produtor querendo bancar idéias. E o cinemão pipoca não sabe mais o que fazer além das explosões, dos tiros, dos gritos e dos nomes feios. Dá pra dizer sem medo de errar, que, salvando-se as honrosas exceções, tudo virou uma mesmice quase insuportável. Mas, e felizmente sempre tem um “mas” reparador, alguns apaixonados pela beleza, pela aventura, pelo inusitado e pela farra, insistem em brincar com implausível. E volto a falar de pipoca, porque sempre fui um apaixonado pelo cinema e cada vez gosto mais daquele puro, que encontra no espírito humano contraditório e paradoxal, a sua fonte, tipo “Tudo Sobre Minha Mãe”, do Almodóvar; ou “Quatro Meses, Três Semanas e Dois Dias”, o romeno de Cristian Mungiu. Mas se gosto cada vez mais de um, não posso negar que o princípio da minha paixão está no outro. Sou fanático pelos efeitos especiais, pela aventura descarada, pela fantasia desbragada e pelo inusitado; aquilo que está além da realidade, que é invenção, aquela que mistura a nossa vidinha e uma outra, seja qual for ela. Daí minha adoração por Ray Harryhausen, Steven Spielberg, Tim Burton e aqueles diretores B que faziam filmecos jaguaras de monstros e coisas e tais, que mal valiam os dólares gastos, mas injetavam excessos de imaginação em nossos olhos pasmos. Talvez a porção adolescente que acho, deve permanecer em nossa alma. Sem assassinar a maturidade, claro! Tenho assistido a alguns trailers fantásticos, de filmes e filmecos que aportarão logo, logo nas telas. E quanta curiosidade! Em primeiro lugar pela “Alice No País das Maravilhas”, de Tim Burton. Uma celebração da cor, da fantasia e provavelmente do sadismo, aquele tão caro a Burton (http://www.youtube.com/watch?v=DeWsZ2b_pK4&feature=fvst). Num outro extremo, a sem-vergonhice descarada de Roland Emmerich, destruindo tudo e não deixando nem um monumentozinho sequer sobre a face da terra, para algum outro diretor em início de carreira. “2012” promete muito em seu trailer. Não quer dizer que o resultado seja bacana como “O Dia Depois de Amanhã”, mas não parece ser tão nojento, chato e insuportável como “Godzilla”: (http://www.youtube.com/watch?v=cyCCd8MCcZY). E mais que tudo, a grande festa visual do ano! Aquele que promete virar a página da história dos efeitos especiais, do Imax, do 3D, do cinema digital, de sei lá não sei mais o quê: AVATAR, de James Cameron! O trailer é elegantíssimo, belíssimo, especialíssimo! Daqueles que dá vontade de esperar roendo as unhas. Claro, aqueles que, como eu, são filhotes do cinema pipoca. James Cameron falou sério quando colocou na boca de Leonardo Di Caprio a expressão “I am the king of the world”! Ele é mesmo megalomaníaco, mas nunca negou fogo. Todos os seus filmes (talvez a exceção seja “Titanic”) são divertidíssimos, exagerados e inteligentes e um dos que mais gosto é “True Lies” com o Schwarzenegger! Então, se é como ele gosta, vamos estender um grande tapete vermelho para recebê-lo em dezembro, com seu filme delírio. Welcome  “Avatar”! (http://www.awardsdaily.com/). Neste último endereço você ainda assiste o trailer de “O Lobisomem”, com Benicio Del Toro. E neste aqui o podríssimo trailer de “Bastardos Inglórios”, do Tarantino: (http://www.youtube.com/watch?v=5sQhTVz5IjQ). Porque cinema é, ainda, a maior diversão!

E pra encerrar, sugiro uma olhada no curta abaixo: EFEITOS ESPECIAIS : 100 ANOS DE INSPIRAÇÃO. Um barato!

 

http://www.youtube.com/watch?v=LP_hAszQPgk

 

 

 

 



Escrito por Edson Bueno às 11h54
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