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A ETERNIDADE E UM DIA Edson Bueno
 


A PERSONALIDADE

 

Olha só a expressão satisfeita de Bong Joon-Ho, o diretor sul-coreano de “The Host” e “Mother”!



Escrito por Edson Bueno às 12h37
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FILME DE MÃE

 

Em 2007 foi lançado no Brasil o filme coreano (do sul!) “O Hospedeiro/The Host”. Filme de monstro, aclamado em todos os cantos do planeta e que rendeu, graças à sua inteligência e qualidade, milhões e milhões de dólares. Deixou o produtor rico, se já não era. Pois bem, no Brasil foi um fracasso. Arrastou-se pelas salinhas de cinema e deu prejuízo, quase levando a distribuidora à falência. Por quê? Ignorância, horas! Afinal de contas, de ignorância também se vive. Alguém grita no fundo: “É verdade! As baratas sobreviverão à guerra atômica!” Calma aí. Não compare o ignorante às baratas. Uma barata, nem que queira, jamais vai deixar de ser barata. O ignorante, se realmente estiver disposto, pode abandonar a condição. “Coitadinho!” grita outro, levantando a mão, “Às vezes o sujeito não consegue escapar da condição. Existem as injustiças sociais, os poderes, a educação falida, os políticos, os coronéis, etc.” Sei não. Se a criatura humana evoluiu do homem das cavernas e chegou a um Einstein, um Freud, um Shakespeare, um Woody Allen, como imaginar que a ignorância não é apenas uma questão de opção deliberada? O terceiro reclama: “Então se o sujeito não se interessou em assistir ao tal filme coreano, é um ignorante. É isso?” É, afirmo, e estamos conversados. “Fascista, autoritário!” ofende o segundo. Obrigado, mas tenho mais o que fazer, aliás, dizer. O que, mesmo? Ah, sim! Ia falar de Bong Joon-Ho, o inteligentíssimo e talentosíssimo diretor de “The Host”. Pois o cara fez a faz fama com o filme de monstro e já lhe deram novo trabalho. Dois anos depois (agora), ele está de filme novo: “Mother”. Suspense, terror, qualquer coisa assim. E já andam falando maravilhas do filme e já e um sucesso oriental. Como o trailer no YouTube está legendado em inglês, dá pra acreditar que em breve vai estar sendo lançado no ocidente curioso. É história de mãe coragem, daquelas que movem o mundo pra defender um filho. Seguinte. Filme de mãe tende a ser divertido e poderoso, aciona o maior dos arquétipos! E nas mãos de um artista de primeira não tem erro! Estava pensando em algum outro filme para dar como exemplo e a memória me trouxe dois, excelentes. Um melodrama e outro de aventura: “Imitação da Vida” (1960) de Douglas Sirk e claro, “Aliens, o Resgate” (1986), de James Cameron. Deixo o post com uma pergunta capciosa: Quem ouviu falar do tal filme de monstro coreano? Quem não ouviu não se sinta ofendido. É só ir ate a locadora e tirar o filme. Ele está esperando, aliás, quase mofando.

 

O endereço do trailer do filme no Youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=9rDeNM-M8p8



Escrito por Edson Bueno às 10h13
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KAFKA X DUNGA X MARADONA

 

Estava subindo as escadas que levam ao Teatro da Caixa para pedir uma informação sobre “Primus”, baseado em “Investigação para uma Academia” - de Franz Kafka, quando ouvi uma conversa definitiva. O espetáculo da Boa Companhia, de Campinas faz curta temporada neste final de semana e chega elogiadíssimo e premiadíssimo. Planos de assistir no sábado, já que não posso, por compromissos profissionais, nem na sexta, nem do domingo. Pois estou no terceiro degrau, quando um cara fala para outro que sábado à noite o pau vai comer na Argentina. Como? Dá pra explicar? Um dos caras me esclarece que o jogo Argentina x Brasil, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, vai acontecer no sábado, às 21h30. Paro no meio do tempo, pasmo pelo meu esquecimento e não sei mais se subo ou desço a escada. Tenho que tomar uma decisão que interfere em neurônios preciosíssimos. Ninguém duvida da minha obsessão pelo escritor checo. Li todos os seus escritos lançados pela Companhia das Letras e traduzidos por Modesto Carone. Encenei “A Metamorfose” e “Kafka – Escrever é um sono mais profundo do que a morte”, como uma investigação e uma homenagem. Mas... em que eu estava pensando mesmo, naquela bendita escadaria do Teatro da Caixa? Ah, sim! Dei meia volta. Franz Kafka há de perdoar, mas a pátria de chuteiras (Nelson Rodrigues) é mais forte. Sábado à noite o pau vai comer mesmo em Rosário, na Argentina. E eu não vou perder nenhum lance, mesmo que o Brasil perca de dez a zero! Três batidas na madeira!



Escrito por Edson Bueno às 11h03
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DUPLA DA PESADA NO SET DE TINTIM!



Escrito por Edson Bueno às 00h25
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A ONDA

 

Saí do cinema, depois de assistir “A Onda”, de Dennis Gansel, com a estranhíssima sensação de ter assistido a uma aula e não a um filme. Uma boa aula, muito bem ministrada, diga-se de passagem. Mas ainda assim, uma aula. Ah! E ainda por cima com o perigoso desconforto de quem está assistindo a uma revisão. Parece que o assunto já era conhecido ou eu já o tinha estudado em outra ocasião. Claro, a aula deveria fazer parte do currículo, já que alguém precisa insistir que o fascismo é um perigoso inimigo e que ele pode ser resgatado a qualquer momento, em qualquer circunstância. É só uma questão de aplicativos. O professor Rainer, personagem principal do filme, embora tenha cara de tongo e seja um completo debilóide em todos os sentidos, resolve fazer seus alunos de cobaias da manipulação política e nem percebe que a cobaia é ele mesmo. O resultado? O óbvio: caca! Ensina, na prática, os caminhos de manipulação de massa que levam candidatos a ditadores a dominá-las como focas amestradas! Pois é, sempre foi assim e continua sendo. Independente dos motivos, das justiças e das injustiças, das boas ou das más intenções, o autoritarismo é sempre um inimigo. E que me perdoem os ditadores de plantão, sejam eles pais de família, professores, diretores de teatro, políticos, generais ou quem quer que seja, mas é preciso que se diga e reafirme que os fins não justificam os meios. De qualquer modo, o ser humano, quando em coletividade, sempre se resume ao mínimo denominador comum e aí vira presa fácil. Já se disse (não sei se foi Freud, Reich ou Nietzsche) que o homem troca fácil, fácil a liberdade pela tranqüilidade. E nascem os Chávez da vida e os coronéis das alagoas, deitando e rolando sobre a ignorância. Se isso é plausível na Alemanha do primeiro mundo, que dirá num paiseco do terceiro? Mas, se você assistiu ao documentário “Arquitetura da Destruição” (1992), de Peter Cohen, já sabe tudo a respeito. O que eu quero dizer mesmo? Pois é, “A Onda” é sério, comprometido, bem intencionado e importante, mas simplista, justamente porque precisa ser didático e tem que falar com todo mundo. Mas consegue? Tenho minhas dúvidas. A melhor leitura sempre é a que investiga a nascente. É lá que adormecem o autoritarismo, a violência, o preconceito e a culpa. “A Onda” tem preguiça de ir longe, de tocar a nascente. Faz de um grupo de adolescentes tatibitati a metáfora da sociedade. Não acho que seja bem assim. Adolescentes sempre serão vítimas, sejam eles tortos ou comprometidos. Vítimas de quem? Vale a investigação. O esquematismo do filme não deixa espaço para aprofundamentos. Onde estão os pais? Os professores? Os políticos? Os adultos? É neles que repousa tranqüila, a nascente límpida e inocente da vida social e política. É neles que a nascente transforma-se em ódio ou amor, fraternidade ou intolerância, democracia ou ditadura. E a seu serviço, a sociedade moderna, com seus recursos tecnológicos é muito mais efetiva que a do tempo de Hitler, por exemplo! Onde estávamos mesmo?



Escrito por Edson Bueno às 12h49
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ASTROBOY

Este desenho tem a maior cara de ser MUITO BOM! Desejar não custa!

 



Escrito por Edson Bueno às 02h13
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A IRRESISTÍVEL PRESENÇA DA VIDA

 

O Marcos, marido da Betina, genro do Beto Bruel e da Regina Bastos, me diz à queima-roupa: “Vez em quando entro no seu blog. Tem um problema. Você escreve textos muitos longos, dá preguiça de ler.” E eu penso em outros blogs que visito, como o do Solda, por exemplo. É verdade, são feitos com textos curtíssimos. Mensagens, idéias, poemas, propostas, todos muito rápidos e incisivos. E penso que talvez fosse o caso de fazer o mesmo com o meu “A Eternidade e Um Dia”. Experimento. E aí fico degladiando com as palavras e descubro rapidinho que gosto mesmo é de falar, falar, falar. Não dá pra ser diferente. O problema é descobrir quem gosta de ler, ler, ler. Ainda se eu fosse uma Clarice Lispector, um Saramago, um Gore Vidal, um Ruy Castro, poderosos inventores de expressões e palavras, sentiria algum alívio. Mas sei que não sou. Só sei ir desenvolvendo algumas ideiazinhas que depois publico. Às vezes brota, desconcertada, uma frase de efeito da qual fico me orgulhando por um bom tempo. Mas só às vezes. De um modo geral é só um amontoado de pensamentos cheios do desejo e mortos de vontade de serem lidos e transformados de leitura passiva em reflexão. E quando eu abro a boca é um perigo. Perco a paciência por buscar metáforas ou elegâncias e saio disparando exatamente o que penso. Um perigo!  Talvez por isso relute em escrever sobre teatro. Com certeza vou acabar ofendendo quem não devo nem preciso. Companheiros de profissão que deixam escapar boas oportunidades de discutir, por exemplo, a condição de ser artista e criar. Onde a dificuldade e onde a facilidade. Montam, às vezes, espetáculos de teatro que parecem peças infantis para adultos. Com reflexões mínimas, insuportavelmente frágeis, reduzidas à degustação fácil. Nem é preciso ter dentes ou dentaduras para comê-las. Elas já se apresentam mastigadas e bem facinhas, sopas creme de milho verde em lata. Diante de alguns desses bolos de “caixinha”, feito peças de teatro para públicos preguiçosos, que não sabem direito nem o que estão vendo, e pior, não querem saber, eu escreveria sobre o tédio e daria à crítica o nome de “Cartilha Sodré”, o livrinho com o qual aprendi a ler. Porque muitas peças, de gente bem crescidinha, têm diálogos dignos da Cartilha Sodré:

 

A macaca dá na pata. A macaca é má. Lalá dá na macaca. A pata nada.

 

Na nova SET, estava lendo o artigo do Luiz Noronha, com o título “Sobre o Sucesso”, onde ele analisa as tendência do cinema brasileiro. Comédias? Biografias? Violência? Ele termina a reflexão dizendo: “... o brasileiro, como o japonês, o americano ou o francês, não tem um xodó especial por nenhum gênero. Drama ou comédia, ele gosta mesmo é de filme bom.” Sei não. Acho que mais coerente seria terminar o artigo dizendo: “... ele gosta mesmo é de filme bom pra ele.” Tem mais lógica. Por isso, recorro a Peter Brook, que é um farol iluminando a escuridão de nossos descaminhos artísticos:

 

“... e assim, tragicamente transformando uma peça ruim num sucesso, o público está apenas enganando a si próprio.” – Peter Brook

 

E eu me pego, contrariando o Marcos, genro do Bruel e da Regina, falando, falando, falando...



Escrito por Edson Bueno às 00h04
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UMA INFAME, DESVAIRADA E EMPOLGANTE JORNADA DE VINGANÇA!

 

Assistindo ao “Manhattan Connection” neste domingo, ouvi, de relance, o título que “Bastardos Inglórios”, do Tarantino, ganhou em Portugal. Pois bem, fui conferir e era verdade. Olha só o titulo! Ah! E só pra registrar: os caras não gostaram do filme!



Escrito por Edson Bueno às 00h25
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AGORA, de Alejandro Amenábar

 

“Alexandria, Egito, 391 A. C. – O mundo mudou para sempre.” – Em resumo, ou este filme é uma maravilha ou é uma bomba sem tamanho! Não há meio termo.



Escrito por Edson Bueno às 19h34
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MICHAEL, O INQUIETO

 

Um dos grandes momentos da entrega do Oscar aconteceu em março de 2003 quando os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood deram o prêmio de Melhor Documentário do ano a Michael Moore, por “Tiros Em Columbine”. Ele subiu ao palco e desancou George W. Bush para que o mundo inteiro ouvisse: “Somos solidários à realidade nestes tempos fictícios. Resultados fictícios de uma eleição, que elegeu um presidente fictício, que nos manda para a guerra por motivos fictícios. Que vergonha, Sr. Bush!” Alguns vaiaram, outros aplaudiram. Mas Michael Moore fez história.  Em 2004, ele arrebatou o Festival de Cannes com outra bomba em forma de documentário: “Fahrenheit 9/11”, onde destrói a imagem do pior presidente americano num filme poderosíssimo e cruel. Palma de Ouro. Vale dizer aqui que adoro Michael Moore. Nem todo mundo gosta dele. Alguns o chamam de manipulador e outros de mitômano de si próprio. Eu acho que ele é descaradamente corajoso, essencial e divertido. O mundo do documentário não seria o mesmo sem a sua ousadia e sua cara de pau. Em “Tiros Em Columbine” ele provoca um constrangimento em Charlton Heston, que confesso, me deixou desconfortável na cadeira do cinema. Está certo que o cara, na velhice, deu uma caída para direita, levantando a bandeira da indústria e comércio de armas; mas é o nosso Moisés, o nosso Ben-Hur, o nosso primeiro herói cinematográfico, salvador do planeta. Enfim, Michael não o poupou e o ridicularizou também para todo o planeta. Quem mandou assumir a sua persona reacionária? Em 2007, Michael volta para dissecar o esfomeado e sem-vergonha sistema de saúde americano, com “Sicko”. Em 2009, Michael continua com a corda toda. Está estreando “Capitalismo: Uma História de Amor”, onde ele levanta as possíveis causas da recente crise financeira mundial. Ironiza os US$ 617 bilhões gastos pelo governo americano para salvar centenas de instituições financeiras:

 

“Peço a vocês que enfiem a mão no bolso e seu dinheiro será coletado para ajudar Citybank, Bank Of América, AIG, Goldman Sachs e JP Morgan.” Michael Moore.

 

Quando vai aparecer no Brasil um documentarista que deixe de documentar a vida de cantores e compositores ou ainda a vida dura dos miseráveis, sempre tratados com uma compassiva piedade e vai cair de pau na farra que é o lobismo e a corrupção em Brasília? Eu aposto que NUNCA! Então, viva Michael Moore!



Escrito por Edson Bueno às 00h33
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