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A ETERNIDADE E UM DIA Edson Bueno
 


AME-ME MENOS, MAS ME AME POR MUITO TEMPO

 

 

Ah, os franceses! Podem até sonhar com o domínio da narrativa cinematográfica sobre a qual os americanos deitam e rolam e, ainda assim, se dão ao luxo de praticar algumas bem próprias, que são simplesmente passeios pela suavidade que é estar vivo, pensar, emocionar-se, viver a vida e experimentar contradições e paradoxos. Tudo isso com a compreensão (nada cinematográfica) de que tudo pode até ter um começo, mas nem tudo tem um fim. É possível dizer que os diretores franceses ainda são os que fazem seus filmes com o espírito mais livre. Nada disso tem a ver com um filme ser melhor que outro, é apenas um estado de ser artista e, posso estar enganado, mas enquanto existirem diretores (franceses) que se aventuram pelas emoções íntimas, nada aristotélicas e muito delicadas, teremos sempre a chance de ir ao cinema pelo simples fato de acompanhar sentimentos, ver as pessoas conversar sobre suas dores e prazeres comuns e ... cantar, quando menos se espera! Fui assistir “Canções de Amor/ Les Chansons D´Amour”, de Christophe Honoré, numa tal sessão cult do Cinemark. Sessão só às duas da tarde a um preço razoável. Estavam lá, eu e mais duas pessoas. Ainda bem que os franceses vão ao cinema e, no Brasil, os cariocas, os paulistas e os gaúchos. Ainda bem que o cinema sincero não precisa dos curitibanos, porque senão já teria acabado. Pois bem, nesse pequeno filme, e sem qualquer golpe de direção, os atores começam a cantar, nem sempre falando do que estão sentindo, às vezes descrevendo a melancolia de uma tarde seca e fria ou uma possibilidade de participar da vida da pessoa que ama. Porque, afinal de contas, é um pequeno, doce, suave e sentido filme de amor. Desmanchando-se em romantismo, mas nunca piegas nem “cinematográfico”! Apenas aquele romantismo que todos sentimos quando vamos ao cinema e vemos um filme, silenciosamente, ao lado da pessoa que amamos, com a satisfação de estar ao lado, e estar participando junto do mesmo momento da vida. Um minuto depois tudo pode desvanecer-se, mas não importa, assistir a um filme onde se canta, ao invés de falar, é como estar participando de uma fantasia, aquela que nos liberta, ao contrário de muita fantasia hollywoodiana na qual vamos ficando aprisionados, sem perceber. Mas como disse Nietzsche, os seres humanos trocam fácil, fácil, a liberdade pela tranqüilidade. Fazer o quê? Pois então, “Les Chansons D´Amour” vai falando de sexo, amor, morte e ressurreição com a naturalidade de quem compreende que nada disso é tragédia, mas fato da vida. Não somos melhores, nem piores que uma tarde chuvosa ou um vôo de passarinhos. Somos. E quanto às canções, belíssimas, românticas, descaradamente sinceras, escritas por Alex Beaupain, cantadas sem arroubos, como se também na vida fosse assim, elas concedem ao filme uma poesia única, dão a ele a singeleza da obra de arte. É um filme quase piegas e romântico? Talvez. Mas não é arrogante nem pretensioso. Tem atores ótimos e que cantam muito bem. E ama a vida. Cinema prazer!



Escrito por Edson Bueno às 13h10
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A VIDA COMO ELA É NELSON RODRIGUES

Cartaz do Marcos Minini



Escrito por Edson Bueno às 13h23
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AMANHÃ TAMBÉM TEM NELSON

 

Estreia amanhã, “A VIDA COMO ELA É NELSON RODRIGUES”, minha nova aventura (minha não, minha e de meus atores!) no universo mexido e remexido de Nelson Rodrigues. É gostoso brincar com a sua obra e as suas palavras. Tivesse disposição, dinheiro e coragem e teria dedicado a vida inteira a encenar apenas Nelson Rodrigues. Acharia mil maneiras de colocar em cena absolutamente tudo o que me fosse possível. As frases, os artigos, os contos, as peças de teatro. Teria, com certeza, tido uma vida artística intensa (a minha é, mas teria sido mais!) e original. Ontem, dando uma entrevista para um (excelente!) jornalista da Gazeta do Povo, ele me perguntou quantas peças eu dirigi. “Setenta”, eu respondi meio de soslaio. Talvez tenha sido menos, talvez tenham sido apenas sessenta e sete ou seis, tenho que calcular, mas foram muitíssimas e numa sinapse fajuta, eu raciocinei a minha disposição. Por quê? Por que tantas? Não, não foi por dinheiro, porque foram poucas as que me deram boa grana. Por que, então? Que necessidade tem sido essa de encenar? Talvez um complexo de megafone ou de bufão, quem sabe? Mas o fato é que gosto de dizer o que penso das coisas e da vida. E gosto do palco preenchido de gente. Gosto de ver o ator vivendo uma ilusão que não é ilusão, porque está ali, criada e viva! E tenho paixão por um determinado momento dos ensaios, pertíssimo da estreia, quando os diversos elementos começam a se juntar: cenário, figurinos, músicas, sonoplastia e a iluminação. E você vê os atores encaixando-se no meio de tudo e reelaborando aquilo que elaboraram durante meses. É novidade pra todo mundo! Alguma coisa de magia, de fantasia, de sonho e irracionalidade acontece. E você se sente um privilegiado no meio de um mundo de realidades. Você vira um efeito especial. Não é mais gente, não é mais nada. É uma fantasia tornada realidade. Não é mais nem menos que qualquer coisa, é apenas uma festa do espírito. E aí eu resolvo pensar, como sempre penso, em Orson Welles! Longe de mim me comparar a ele, embora uma das mais belas cenas do filme de Tim Burton, “Ed Wood”, seja aquela em que o Ed senta-se numa mesa e conversa, naturalmente, com o gênio. Um exalava genialidade, o outro maluquices, mas os dois sabiam o que era cinema. Tim Burton ao criar essa cena, com certeza lembrou-se da famosa frase do Orson: “Cinema é sonho! E um sonho pode ser confuso, estranho, aterrorizante como um pesadelo. Mas nunca é uma mentira!” Pois é. E agora pela manhã, mandando um cartaz para o Solda, pedindo a ele que divulgue o espetáculo em seu blog, pensei em uma frase que resumisse o espetáculo. Pois bem, saiu essa:  “É Nelson Rodrigues lutando contra os idiotas de objetividade e entregando-se de corpo e alma ao óbvio ululante”! Vamos conferir e seja o que Nelson quiser!



Escrito por Edson Bueno às 10h43
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QUEER

Tom Ford, Julianne Moore e Colin Firth em Veneza

 

A presidência do Festival de Veneza estava por conta de Ang Lee, o sensível diretor de “Brokeback Mountain”, mas isso é apenas um detalhe. Alguns jornalistas que acompanharam o festival, disseram que ele deve ter ficado enciumado ou ruborizado ou apaixonado por “A Single Man”, o filme do americano Tom Ford, um dos mais famosos estilistas de moda de nossos tempos e atual senhor da marca Gucci. É seu primeiro filme e recebeu opiniões altamente positivas da crítica e do público, embora pelo menos um jornalista brasileiro em Veneza tenha dito que o filme é “um tanto artificial, preocupado mais com um rigor estético e de atitudes dos personagens, do que esboçar a emoção natural desse tipo de tragédia. É o tipo de trabalho para agradar mais a um ego, que a uma vontade de se aventurar num novo campo.” Outros disseram que Ford dá ao filme uma linguagem elegante e singular. Deve chegar por aqui. No elenco Colin Firth e Julianne Moore, dois atores talentosos e corajosos. Colin Firth ganhou a “Coppa Volpi” pela melhor interpretação masculina e agradeceu à sua mulher e seus dois filhos pela paciência que eles têm com a profissão que o mantém longe de casa a maior parte da vida. O filme, baseado num livro de Christopher Isherwood, escrito em 1964, conta a história de um professor cinquentão que perde seu companheiro num acidente e tem que enfrentar o duro processo do luto e, ao mesmo tempo, o preconceito de uma Califórnia conservadora dos anos 50.

Durante a coletiva de imprensa, Ford deu algumas declarações interessantes:

 

"E quando alguém vê o filme e diz que é uma história gay, eu nem sei o que pensar. Para mim, é uma história muito humana. George é, antes de tudo, alguém que sofre por amor e por isolamento"

"Este é um filme sobre amor, sobre a solidão de perder alguém. Pelo lado político, devo dizer que acho nojenta a forma como o assunto é tratado em países como os Estados Unidos, por exemplo.”

"Vivo com a mesma pessoa há 23 anos. Temos uma união estável e, recentemente, ele teve de ser internado. O tempo todo tive de carregar papéis no hospital assinados por ele atestando que eu podia visitá-lo e tomar decisões medicas por ele. E se eu morrer hoje, por exemplo, meu testamento seria totalmente taxado. Mas se a gente fosse legalmente casado, tudo passaria para ele automaticamente. Não é justo que esta situação não seja bem resolvida. Acho que nosso sistema legal é errado. E também em muitos outros países. Mas este não foi o foco do filme."

“Resolvi fazer cinema porque para mim a moda é efêmera. Já o cinema é uma arte que fica.”

 

No YouTube, o trailer do filme.

 

http://www.youtube.com/watch?v=-tCxRO67gyk



Escrito por Edson Bueno às 12h02
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DE ILUSÃO TAMBÉM SE VIVE

 

Há muito tempo, quando o Collor foi eleito Presidente da República, eu fazia campanha aberta ao Lula, subi até no palanque. Pois bem. Trabalhava comigo, uma diarista, chamada Rose, que fazia a limpeza da casa três vezes por semana. Dizia que ia votar no Collor. “Tão lindo, o caçador de marajás!” E eu, dia após dia, enchia a coitada de argumentos para que ela votasse no Lula. Até que um dia ela emplacou: “Está bem, seu Edson, vou votar no Lula!”. Veio a eleição e no dia seguinte lá estava ela no trabalho. Eu: “Votou em quem?” Ela: “No Lula, claro!” E eu lendo nos seus olhos, a mentira. “Votou mesmo?” Sua expressão mudou, radical, e ela saiu dizendo: “Sabe o que é, seu Edson! Ontem de manhã eu levantei e antes de ir votar, rezei, rezei, rezei, rezei. E pedi a Deus que me iluminasse e conduzisse a minha mão. E sabe, seu Edson, Deus me disse pra votar no Collor. E eu votei. Tão lindo!” E assunto encerrado. Pois é, sobre o que eu estava querendo falar mesmo? Ah, sim, no twitter. Encontro uma amiga, inteligentíssima por sinal, que me conta empolgada, que “participa” do twitter do José Serra. Agora é Deus no céu e José Serra na terra. E sabe que a filha dele fez operação de garganta (acho!) e que ele é amante das artes e conta que foi ver não sei que peça e não sei que exposição e que é apaixonado pela Pinacoteca, etc. e tal. Eu tento explicar a ela que não é o Serra, que o twittter, como internet, virou peça de propaganda e que é um assessor que fica mantendo o troço com informações simpáticas para que todos tenham a sensação de intimidade com o cara. Não adianta, ela argumenta: “Imagine, assessor, pois ele contou até onde a filha fez a operação!” Como se o assessor não soubesse. Ora, se não soubesse, não era assessor, era office-boy! E dessa forma ela participa do twitter de muitos famosos e acha que toma café, almoça e janta da intimidade deles todos. E ela é culta e inteligentíssima! Movida pelo deslumbramento entre os famosos! O reino da mentira se amplia e todos queremos acreditar, acreditar, acreditar, porque muitas vezes a verdade nos reduz a pouquíssima coisa. Qualquer frase que um sujeito qualquer coloque em seu twitter vira uma verdade incontestável! Assunto encerrado. E os caras (reis da mídia, políticos, qualquer outro esperto,etc.) sabem disso muito bem! Só que essa conversa mole de propaganda via internet vai durar no máximo uns cinco anos, porque daqui a pouco todo mundo vai se tocar da malandragem e aí é partir pra outra. Mas quanta ilusão será vendida até lá? Meu amigo Mauricio Cidade, lá do Rio Grande, me conta que o Saramago escreveu em seu blog que o twitter é a prova de que estamos evoluindo para o grunhido. Na mosca! Na boa, não dá pra negar a revolução da internet e suas conquistas divertidíssimas, mas acreditar em Papai Noel, bem, aí já é demais!



Escrito por Edson Bueno às 09h26
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UP TO DATE

 

Nova fotografia de Johnny Depp fazendo o Chapeleiro Maluco, na nova versão de “Alice No País das Maravilhas”, de Tim Burton. Johnny, nos filmes de Tim Burton é, ou um sádico ou um masoquista, não há meio termo. Promete muito nesse novo filme. Lembrei que há algum tempo comprei um livro muito bom chamado “À Mesa com o Chapeleiro Maluco – Ensaios sobre corvos e escrivaninhas”, de um ensaísta canadense chamado Alberto Manguel. Pois só agora consegui lê-lo. O tempo anda apertado, claro, culpa minha! Gosto demais de gente que pensa o seu tempo, e gosto mais ainda de gente que pensa o seu tempo usando a herança que o passado nos deixa, conseguindo criar uma fonte lúcida e ao mesmo tempo imagética. Quando o senhor Alberto Manguel lança mão de um personagem ícone da literatura universal, o Chapeleiro Maluco de “Alice No País da Maravilhas”, de Lewis Carrol, ele se mostra um moderno e, enquanto moderno, ao invés de fazer o papel de coveiro, faz o papel daqueles guardiões de farol, que acendem a luz para que os navios não se atirem às cegas para os recifes e para a encosta. Vai aí um parágrafo, que é, na verdade, um convite:

 

“Assim como em nosso mundo, os modos dos habitantes do País das Maravilhas trazem noções implícitas de responsabilidade e valor. O Chapeleiro, símbolo do perfeito egoísta, opõe-se à liberdade de expressão (exceto a sua) e dispõe de uma propriedade sobe a qual não tem direito (a mesa, afinal de contas, pertence à Lebre de Março). Não se importa com nada, a não ser com seu próprio conforto e benefício, e não está disposto a admitir nem mesmo os próprios bens, com medo de ter de prestar contas.”

 

Quem se candidata a Chapeleiro?



Escrito por Edson Bueno às 07h41
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