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A ETERNIDADE E UM DIA Edson Bueno
 


PEQUENAS ANIMAÇÕES

 

Francis é um inventor

Sua criação mudará o mundo

Mas ele esqueceu uma coisa

Todo sonho

Tem um preço

 

Assim nos conta o trailer de THE KINEMATOGRAPH, o curta em animação de origem polonesa, dirigido por Tomek Baginski. Só o trailer já é uma poesia de tintas dolorosas - (http://www.youtube.com/watch?v=O7tzcWh7F1M) - Pois bem, esse curta faz parte de uma lista de outros nove que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood pré-selecionou para a escolha dos cinco que concorrerão ao Oscar. É uma categoria charmosíssima e todos os anos conta com verdadeiras obras-primas em tempo mínimo e elaboração cuidadosa. Na relação de 2009 estão presentes Nick Park e “A Matter of Loaf and Death”, conhecidíssimo pelo Oscar por “Wallace e Gromit – A Batalha dos Vegetais” e por “A Fuga das Galinhas”, e claro, a Pixar e seu curta que antecede o lançamento do ano: “Partly Cloudy”, a pequena delícia de humor carinhoso e negro que era exibido antes de “UP”. Olha aí a relação dos dez felizardos:

 

. The Cat Piano, Eddie White and Ari Gibson, directors (The People’s Republic of Animation)

. French Roast, Fabrice O. Joubert, director (Pumpkin Factory/Bibo Films)

. Granny O’Grimm’s Sleeping Beauty, Nicky Phelan, director, and Darragh O’Connell, producer (Brown Bag Films)

. The Kinematograph, Tomek Baginski, director-producer (Platige Image)

. The Lady and the Reaper (La Dama y la Muerte), Javier Recio Gracia, director (Kandor Graphics and Green Moon)

. Logorama, Nicolas Schmerkin, producer (Autour de Minuit)

. A Matter of Loaf and Death, Nick Park, director (Aardman Animations Ltd.)

. Partly Cloudy, Peter Sohn, director (Pixar Animation Studios)

. Runaway, Cordell Barker, director (National Film Board of Canada)

. Variete, Roelof van den Bergh, director (il Luster Productions)

 



Escrito por Edson Bueno às 23h07
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O ESPECTADOR SOLITÁRIO

 

Miguelanxo Prado, para quem não sabe, é um dos maiores desenhistas de histórias em quadrinhos do mundo. Espanhol, tem um traço tragicômico muito particular e suas histórias, de um modo geral, tendem à crueldade e à ironia. É um crítico afiado das mazelas humanas e, principalmente, de suas contradições. Talvez fosse possível qualificá-lo como dono de um estilo muito próximo ao humor negro. Mas, se fosse fácil qualificar um grande artista, ele não seria assim tão grande. Então, o melhor mesmo é ler as histórias de Miguelanxo e tirar as próprias conclusões. Também não é tarefa fácil porque seus álbuns não são lançados no Brasil com regularidade. Em 1991 a Editora Abril editou uma verdadeira jóia de crueldade e inteligência: MUNDO CÃO. Comprei e tinha-o comigo até algum tempo, mas alguém surropiou-me o exemplar. Dancei. Pois bem, de repente, assim sem mais nem menos, aparece nos cinemas um filme de animação em longa metragem dirigido pelo ídolo: DE PROFUNDIS. No cartaz a explicação de que foi “indicado ao Goya de melhor animação”. Nem ganhou. Mas tivesse ou não sido indicado e eu lá estaria para assisti-lo. A primeira surpresa é a de que o resultado não é uma obra cruel, nem irônica, nem engraçada, nem contém a mínima pitada de humor negro. É quase um filme romântico, delirantemente apaixonado pela beleza, pela melancolia e pelo sentimento doloroso da perda. Uma poesia visual explodindo em imagens belíssimas, traço apurado e original e a animação minimamente necessária para dar movimento ao filme. Um filme no mar e seus desenhos: náufragos, sereias, peixes e seres mitológicos desfilam pela tela em cores especialíssimas. Sem palavras, apenas música, reconheço que não é um filme fácil, digamos assim, de vender (porque acho fácil de assistir!). Pleno de subjetividade e experimentação, tem o próprio espírito do grafismo como conteúdo e nenhuma pressa em desenvolver a história. Tudo acontece num universo que é o da animação e seu sentido ideal. Fantasia, espiritualidade, sonhos e imaginação são matérias primas tratadas com sutileza. Um poema doloroso e por vezes amargo. Uma mulher toca violoncelo enquanto espera a volta de seu amado, naufragado pelas ondas de um mar bravio. Triste e lindo. Num país onde as pessoas não conseguem ler direito as legendas de um filme, não se pode esperar que compreendam os significados puramente artísticos desse belo filme. Miguelanxo Prado permitiu-se poetar e fez um filme muito próprio. A segunda surpresa? Pois bem, fui ao cinema nesta sexta-feira de lançamento, na sessão das 19h40 e assisti ao filme na mais absoluta solidão. Eu era o único espectador de Miguelanxo e seu “De Profundis”. Se não é assim uma surpresa é pelo menos a constatação dolorosa da insensibilidade artística a que estamos condenados. Quem se importa com a beleza? Quem se importa deveria conferir “De Profundis” e buscar em seu delírio de traços e cores o sentido suave de estar vivo e ser artista.



Escrito por Edson Bueno às 22h23
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SERGIO

 

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou os quinze documentários pré-selecionados para uma das cinco indicações ao Oscar. Michael Jackson e Michael Moore ficaram de fora. Mas tem Agnés Varda e um que interessa aos brasileiros: SERGIO, dirigido por Greg Baker e conta sobre Sérgio Vieria de Mello, o diplomata brasileiro morto em Bagdá, a serviço da ONU, num atentado terrorista atribuído à Al Qaeda. Quando veremos?



Escrito por Edson Bueno às 14h34
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KATE HUDSON EM “NINE”

Como diz o meu amigo Chico Nogueira: “Kate Hudson não é fraca!!!”

É só olhar: 

http://movies.yahoo.com/feature/nine.html?showVideo=1

 



Escrito por Edson Bueno às 16h14
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A SANGUE FRIO

 

Uma verdadeira limpeza, na falta de um termo melhor, foi o que fiz em minha biblioteca (?) há algum tempo. Comecei pelos romances, porque afinal de contas, dificilmente você lê um romance mais de uma vez, a não ser por razões profissionais. E lá se foram Auster, Roth, Fonseca, Amado, Graciliano e outros, direto para mãos e olhos que fizeram deles proveito tão bom quanto eu fiz. Só que de alguns não consegui me desfazer. Permanecem na prateleira, observando-me e sendo observados porque tenho com eles uma relação de descoberta. Abriram caminhos inexplicáveis na construção do meu intelecto e do meu espírito. “Incidente em Antares”, de Érico Veríssimo e “Cem Anos de Solidão”, do Gabriel Gárcia Márquez são dois exemplos. “Histórias de Cronópios e de Famas” do Cortázar está na mesma categoria. Mas há um americano que, quando li, provocou as reflexões mais transformadoras e necessárias que um adolescente carente de ideias, como eu era, precisava experimentar: “A Sangue Frio”, de Truman Capote. Nunca mais fui o mesmo depois de sua leitura, e das suas palavras tirei muito da consciência de humanidade e desumanidade que tenho até hoje, quando penso o homem e sua eterna busca pelo certo e pelo errado, pelo bom e pelo mal, pelo amor e pelo ódio. O que é o homem? Perguntei-me sempre depois de ler esse livro/reportagem/investigação. Truman Capote constrói uma narrativa tão inteligente que do assassinato absurdo e cruel de uma família inteira, por dois sujeitos sem a menor consciência da vida (presos e condenados à forca), transporta-nos para diversos níveis de reflexão. Num primeiro momento acreditamos na justiça dos homens como meio seguro de restaurar o equilíbrio e a ordem da vida. À medida que o livro caminha, nossa segurança inicial começa a perder o chão e ao final, todas as certezas que tínhamos sobre ação e reação, causa e efeito, vida e morte tomam formatos surreais diante do absurdo das atitudes humanas, estejam os homens de que lado estiverem, vítimas ou algozes. Pois o livro está fazendo cinquenta anos e merece ser comemorado. Sonhei, durante muitos anos, transformá-lo numa peça de teatro (virou filme, sem muito impacto em 1967, dirigido por Richard Brooks), e entrei em estado de choque quando Phillip Seymour Hoffman, viveu Truman Capote no filme que conta a história do livro, em 2005. Esse filme é uma maravilha!!! E o livro, definitivo na história de seu autor, precisa ser lido e relido para que nunca percamos a consciência do que somos e do que podemos nos transformar quando perdemos o contato com nossas porções espiritual e animal, vivas e latentes em nosso corpo.



Escrito por Edson Bueno às 16h03
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GOODNIGHT MY LOVE

 

Em 1984 (Talvez?), o amigo José Quaresma, que era responsável pelo Setor de Teatro Amador da então Fundação Teatro Guaíra, convidou o Grupo Delírio (tínhamos só alguns meses de criação) para participar da comemoração dos 15 anos da inauguração do Auditório Glauco Flores de Sá Brito, o Mini Auditório do Teatro Guaíra. A nossa participação seria encenar uma cena de “À Margem da Vida”, de Tennesse Williams, espetáculo emblemático na carreira do Glauco Flores. A Silvia Maria Monteiro fez Amanda Wingfield, o Paulo Martins fez o Tom, a Maria Adélia fez Laura e o Áldice Lopes, o visitante. Conseguimos compilar a grande peça e sua ideia/poesia em apenas 20 ou 30 minutos, não lembro. E uma das recomendações do Quaresma era a de que deveríamos usar na trilha sonora a famosa “Summertime”, que George Gershwin compôs para sua ópera “Porgy And Bess”, e que o Glauco usara em sua montagem. Sem problemas. Mas precisávamos de mais músicas e então a Silvia, apaixonadíssima por jazz, apareceu-me com um Long Play de músicas cantadas por Sarah Vaughn. Escolhi uma, “Goodnight My Love”. Nunca esqueci essa música e até hoje é uma das minhas preferidas. Quando a dor e a melancolia tomam conta do meu coração, corro até Sarah e começo a ouvi-la, dolorosamente, porque a tristeza tem que ser vivida profundamente, até que dela renasça novamente a felicidade e o prazer de viver, como tem sido durante todos os anos que fazem a minha e a vida de todos. Ah! Antes de anotar aí embaixo um pedaço da letra de “Goodnight...” traduzida, vale dizer que a apresentação foi emocionante e que ao final o amigo Quaresma me abraçou e disse que enquanto os atores lindos do Grupo Delírio viviam os personagens do grande Tennesse no palco do Mini Guaíra, a plateia esquentou e era possível sentir a energia poderosa que o teatro, o jazz, o amor e a paixão são capazes de mobilizar.

 

boa noite meu amor

Good night, my love, the tired old moon is descending.

boa noite, meu amor, a velha e cansada lua está descendo

Good night, my love, my moment with you is now ending.

boa noite, meu amor, meu momento com você está agora terminando

It was so heavenly, holding you close to me.

foi tão celestial, abraçar você junto a mim

It will be heavenly to hold you again in a dream.

e será celestial te abraçar de novo num sonho

The stars above have promised to meet us tomorrow.

as estrelas acima prometeram que nos encontraremos amanhã

Till then, my love, how dreary the new day will seem.

até lá, meu amor, como será morno o novo dia que estará chegando

So for the present, dear, we'll have to part.

então, no presente, querido, temos que nos afastar

Sleep tight, my love, good night, my love,

durma bem, meu amor, boa noite, meu amor

 



Escrito por Edson Bueno às 00h37
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AGORA SÓ RESTA A ROLAND EMMERICH DESTRUIR O UNIVERSO!!!

 

Há muitos anos (muitos!) estava assistindo, se não me engano, “007 – Somente Para Seus Olhos”, e confesso, me divertia muito, quando uma garota sentada atrás de mim, exclama em alto e bom tom: “Ah! Só no cinema, mesmo!!!” Não resisti. Virei e respondi com todas as letras: “E a senhorita está onde, por um acaso?” Pois é. Gosto de filmes de catástrofes, monstros, e aventuras. Sempre fui apaixonado e acho que é sempre, um dos bons motivos para se ir ao cinema. Mas... Bem, é preciso estar disposto, falando do ponto de vista do diretor, a contar uma história com um olho na fantasia e no impossível e outro, claro, no plausível. Partindo-se do pressuposto que (com exceção da garota lá atrás!) quando você vai ver um filme desses, já está preparado para o ilógico. O que vale mesmo é a lógica interna do filme, como dizia Alfred Hitchcock. E estamos conversados. Um exemplo negativo? “Guerra dos Mundos”, do Spielberg. Excelentes cenas de ação, efeitos especiais de primeira, mas o querido senhor Spielberg conseguiu ligar ação com tanta caretice, tanta babaquice, tanta mensagem conservadora e preconceituosa que deixou o que poderia ser uma diversão de alto nível, num cardápio de conservadorismo republicano. E ao que me parece o Spielberg é um democrata, embora uma coisa não seja muito diferente da outra. Enfim, todo esse parangolé é pra dizer que fui assistir “2012”, de Roland Emmerich. E, ao contrário da maioria dos críticos, achei uma excelente diversão. A prática cinematográfica de destruir o nosso planeta, não deixar absolutamente nada em pé e matar bilhões de pessoas como formigas pode muito bem provocar algum interesse sádico ou masoquista, conforme o freguês!! Pois o cara (Emmerich!) se diverte! E se as tramas paralelas, os personagens unidimensionais e a gritaria são de um simplismo atroz, é preciso levar em consideração que têm que ser mesmo, para não atrapalhar o que realmente importa: o conteúdo das sopas Campbell, ou seja, o espetáculo visual! Ou, melhor dizendo, o rótulo das sopas Campbell! Alguém me pergunta se não é uma sopa requentada, ou seja, uma mistura em alta tecnologia de velhas e gastas cenas de ação de mil outros filmes do gênero. É. Como são todos os outros filmes! O importante, nesse caso, além da qualidade da imagem é o sentido do espetáculo. E reconheço que o senhor Emmerich demonstra ter dele, um completo domínio! Claro, acontecesse de ter um roteiro original (?) ou pelo menos esperto, a forrar o assoalho, o filme ganharia pelo menos mais duas estrelas! Não chega a fazer cócegas em nosso cérebro, mas com um resultado tão divertido, é preciso admitir que “2012” é um acerto na carreira do diretor de “Independence Day” e “O Dia Depois de Amanhã”.  E para quem, como eu, gosta de olhar para os lados enquanto a projeção segue, a hipnótica concentração da plateia de todas as idades é um termômetro mais do que eficiente para compreender o sucesso do filme.



Escrito por Edson Bueno às 09h23
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