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A ETERNIDADE E UM DIA Edson Bueno
 


ENFIANDO O NARIZ ONDE NÃO É CHAMADO.

 

Às vezes o assunto não é cinema, não é teatro, não são reflexões existenciais. Às vezes o assunto é FUTEBOL!!! Então, pra começar vamos ao “Grupo da Morte! Sim, porque uma parte da imprenssa chamou assim o grupo do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo de Futebol, na África do Sul. Ou eu estou completamente por fora ou esses caras não têm noção da realidade. Grupo da Morte? Só se for pra Portugal, Costa do Marfim e Coréia do Norte! Pra não dizer que não falei das flores. A única coisa que eu sei da Coréia do Norte é que tem como ditador um descabelado que parece saído por alguma máquina do tempo, diretamente do período jurássico. Futebol? De onde? E a Costa do Marfim? Bem, deve ter marfim por lá, que me perdoem a ignorância geográfica e política. Mas futebol? Se Kaká, Luis Fabiano, Robinho, Nilmar, Adriano e mais “canarinhos” não derem conta desses pernas de pau, vão fazer o quê na África do Sul? Ah, mas tem Portugal, dizem os apocalípticos.  Não lembro de ter visto ou ouvido falar de Portugal ter vencido quem quer que seja em competições capitais, nos últimos anos. Desclassificou o Brasil em 66 (quem tinha nascido?) e perdeu para a Grécia (?) em casa, na final da penúltima Copa da Europa. Lembro do Silvio Luiz, no maior tom irônico,narrando: “E Cristiano Ronaldo chora!!!!” Aliás, Cristiano Ronaldo, Beckman e Ronaldinho Gaúcho fazem parte daquela associação que só sabe jogar em clube. Nas suas respectivas seleções eles adoram vestir a camisa da mediocridade. E Cristiano Ronaldo? Bem, o que de melhor ele sabe fazer na sua seleção é tirar a camisa quando o juiz apita o final do primeiro tempo. Aí todas as câmeras apontam para ele e ele se acha o máximo! Então, que me perdoem os inteligentíssimos comentaristas de futebol, mas se o grupo do Brasil é o “grupo da morte”, acho bom nem irmos para essa Copa. E se o assunto é futebol, que tal um pitaco na final do campeonato brasileiro? Nada pode ser mais divertido que o comentário do Kibeloko:

Deixa eu ver se entendi: o Inter, que foi derrotado pelo Flamengo no Maracanã porque escalou os reservas, não quer que o Grêmio seja derrotado pelo Flamengo no Maracanã porque escalou os reservas.

Então tá!



Escrito por Edson Bueno às 17h18
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TROPEÇANDO NO TEMPO

 

Mario Quintana tem um pequeno poema chamado “Envelhecer”, que é uma obra triste e melancólica, embora realista, porque Mario Quintana conseguia a proeza de tirar poesia de qualquer cotidiano frio e calculista:

 

Antes, todos os caminhos iam

Agora, todos os caminhos vêm.

A casa é acolhedora, os livros poucos.

E eu mesmo preparo o chá para os fantasmas.

 

Pois bem, vamos ao assunto. Assistindo pela enésima vez “Deuses e Monstros”, de Bill Condon, o filme que conta de maneira alegórica e irrepreensível, os últimos dias de vida de James Whale, o talentoso diretor de “Frankenstein”, aquele de 1931, com Boris Karloff, escorrego no tempo. É um tratado sobre o desejo, as obsessões e o significado de envelhecer. Quase no fim do filme, Ian Mckellen (genial!) vivendo Whale diz ao jovem jardineiro objeto de seu desejo e obsessão: “Quando morrer, tente manter seu cérebro até o último suspiro.” Pode-se entender essa afirmação como se quiser, mas eu gosto de pensá-la como um conselho para manter a vida enquanto ela pulsar. Não entregar-se à morte antes que ela bata à porta. Enfim a reunião Condon/Mckellen/Whale oferece ao espectador um verdadeiro tratado sobre o significado da passagem do tempo na alma e nos ossos. O tempo, como o destino, é implacável. E, amando o filme e sua trilha hipnótica (de Carter Burwell), pensei outros filmes que refletissem sobre o fato de envelhecer e suas conseqüências mais espirituais que físicas. E tropecei na perfeição: “Morangos Silvestres”, de Ingmar Bergman! Victor Sjöström (e uma das maiores interpretações masculinas da história do cinema), aos 78 anos, interpreta um médico que ao fazer uma solitária viagem para receber uma honraria, encontra-se com si próprio: o que foi, o que é e o que poderia ter sido, já que o futuro, por razões óbvias, será rápido e pouco emocionante. Não há tempo a perder. Mais um escorregão na memória. Novo mestre dá as caras, com dois filmes: Luchino Visconti e “Morte Em Veneza” e “Violência e Paixão”. O primeiro, um grito surdo, clássico, quase silencioso sobre o impossível, o desejo e a ilusão; o segundo o contrário: a humilde súplica pela vida. No primeiro, Visconti percebe que está envelhecendo e se depara com as coisas que se perdem; no segundo ele já está velho e, ao se reconhecer, suplica por mais um pouco de vida. É tudo tão artístico, tão profundo, tão importante, que outro filme, mais comercial, mais superficial e quase bobinho, insiste em intrometer-se na memória: “Conduzindo Miss Daisy”, o “tour de force” de Jéssica Tandy e Morgan Freeman, dois americanos especialíssimos. Ela judia, ele negro, ela patroa, ele empregado. Envelhecem juntos e aprendem, aos trancos e barrancos, o significado da compreensão mútua e da fraternidade. O tempo que passa encurta as distâncias. Enfim, qualquer um desses filmes, em essência, fala do amor e da vida, tendo a decadência e a morte como ponto de partida. Todos merecem ser vistos e revistos porque refletem, pelos caminhos da emoção, sobre a beleza escondida por trás das rugas e o cuidado para que a vida tenha verdadeiros significados. Como disse uma vez Machado de Assis, no conto “To Be Or Not To Be”:  “... um sujeito mediano, daqueles que não engrandecem a humanidade quando nascem, nem a empobrecem quando morrem.” Em qual categoria nos incluímos?



Escrito por Edson Bueno às 04h50
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MOMENTO DE BOBEIRA

“Julie & Julia” é o tipo do filme que me faz pensar sobre a minha própria experiência com o delicioso prazer de assistir filmes no cinema, o de gostar de arte em geral e o (claro!) de ser um artista de teatro, sinceramente comprometido com reflexão, elaboração cuidadosa e paixão! E ainda, sem deixar de lado uma certa inquietação, absolutamente necessária ao ato de criar. Pois bem, e o que isso tem a ver com “Julie & Julia”, que é uma comediota convencional, pasteurizada, arroz com feijão e pouquíssimo sal? O problema é que eu me diverti horrores assistindo-a. Tinha dormido mal a noite anterior, trabalhado a manhã inteira e almoçado perto da sessão das 13h30. Pensei: “vou dormir, é infalível!” Não dormi. Aliás, fiquei acordadíssimo, com os olhos grudados durante toda a (longa) sessão de mais de duas horas. Dá pra entender? Roteiro bobinho, zero de conflito e empastelado de situações fáceis, além de uma diretora (Nora Ephron) divertindo-se na própria mediocridade, “Julie & Julia” é um chuá de lugares comuns e soluções óbvias. Mas, que fazer? Pleno de atenção, prazer e curiosidade, deixei-me seduzir por Amy Adams e sua dona de casa jovem, narcisista e quase fútil. Que atriz encantadora, que gostosura vê-la interpretar emoções superficiais e tolas! E num primeiríssimo plano, é preciso estender o tapete vermelho para falar de Meryl Streep. Estupenda! Tudo bem! Guardo a mais absoluta certeza de que sou o fã número um dela e que torço sempre que estreia um filme seu, para que ela me deslumbre com uma nova e original interpretação. Aqui não é diferente. Sua composição da cozinheira Julia Child é digna de Oscar! Meryl compõe à perfeição o atabalhoamento de uma mulher que não cabe dentro de seu próprio corpo de 1,88m e que, ainda por cima tem um humor todo próprio, raciocínio originalíssimo e um prazer pela vida admirável! Meryl desfila soluções de interpretação que nunca são lugares-comuns, são criações humanas e, portanto, imperfeitas. Mas e se é uma comédia? Meryl domina a linguagem da comicidade como ninguém. Não há dúvidas, Meryl Streep é maior que o filme! E se Amy Adams não rivaliza com ela é só porque os personagens não se comparam. Pois bem, admitindo um momento de bobeira saí apatetado pelo filme e suas atrizes. Mas, para que não caia de quatro e saia por aí relinchando, fui procurar argumentos para elogiar mais ainda esta doçura chamada “Julie & Julia”. Talvez um filme inspirado pelo amor, pela felicidade de estar vivo e pleno e pela busca da tal alegria de viver. Falando assim soa como um filme de auto-ajuda. Talvez. Mas se o espectador estiver disposto a admirar belas interpretações e imaginar-se mudando (mesmo que bobamente) sua vida para tirar dela mais prazer e sorrisos, “Julie & Julie” com todos os seus defeitos, é um filme deliciosíssimo. Tenho que admitir. E os incomodados que se  mudem!



Escrito por Edson Bueno às 01h07
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É CULT ODIAR WALT DISNEY

Ele se tornou um símbolo do imperialismo americano. Entrou de sola na cultura de outros países e deixou pouquíssimo espaço livre. É verdade. Minha infância foi dominada pela “Disneylândia”, um programa semanal, apresentado por ele e de onde eu tirei um aprendizado pra toda a minha vida de artista: o plausível impossível! Amava os personagens da Disney e não tinha a mínima idéia de que Branca de Neve e os Sete Anões, Pinóquio, Cinderela, Peter Pan, Mogli ou qualquer outro, fossem apropriações. Carlo Collodi? Rudyard Kipling? J. M. Barrie? Quem são estes caras? Pra mim, a galeria Disney era sua criação. De qualquer forma, ele deu a imagem definitiva e icônica para cada um deles e bem ou mal, isto é um fato! Aos 11 anos, me emocionei diante da televisão quando a TV Paranaense Canal 12, com uma traquitana do Osni Bermudes - onde um pato (nada a ver com o Donald!) derramava lágrimas -, comunicou aos curitibanos que Walt Disney tinha morrido. Ainda adoro os filmes da Disney e meus sentimentos conseguem se distanciar de uma verdade inconveniente, até para a sobrevivência da minha própria imaginação. Pois hoje, pensando o lançamento em apenas dois cinemas nos EUA, de “A Princesa e o Sapo”, com uma média quase histórica de 323 mil dólares por sala (algo em torno de 1.300 pessoas por sessão!), a primeira animação não computadorizada em anos, concluo o quanto todos precisamos de fantasia e irrealidade. E como o cinema tem função importante nesse caso. E ainda, como Disney sabia disso, antes de todo mundo! Nossos olhos imploram pelo tal “plausível impossível”! E se o Spielberg ou o Peter Jackson deitam e rolam no universo da captura de movimentos, que de uma forma ou outra pede realismo, Disney sabia que a animação tem as portas abertas para o delírio e a loucura. Tomado por saudosismo e curiosidade, fui ao YouTube  e revi alguns curtas da Disney premiados com o Oscar: “The Tortoise And The Hare”, “Three Orphan Kittens”, “The County Cousin”, “Truant Officer Donald” e mais outros. Talvez, deles todos, o que mais goste seja “O Velho Moinho”, de 1937, uma poesia sobre a vida e a decadência. E de repente, lá estava eu com um sorrisão na cara curtindo magias. Lembrando o velho Disney ao meu modo. Não me iludo. O tempo passa e eu insisto em, via cinema, manter vivo e esperto o piá que ainda existe dentro de mim. E ele é sapeca, apaixonado e romântico. Paciência. De qualquer maneira, Disney deixou algumas frases que definem sua personalidade conservadora, mas pioneira:

“Não deixe que os seus medos tomem o lugar dos seus sonhos.” -

“A animação pode explicar qualquer coisa que a mente do homem pode imaginar.” – Walt Disney

 



Escrito por Edson Bueno às 00h28
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NO PUEDO VIVIR SIN TI

Não deixa de ser curioso que um filme chinês tenha o seu título em espanhol, mas tudo bem. “No Puedo Vivir Sin Ti” é um drama filmado em preto e branco e conta uma história de contornos neorealistas: um pai solitário da cidade portuária operária de Kaohsiung, no sul de Taiwan, vive uma verdadeira luta contra o governo para conseguir matricular sua filha em uma escola. Sem conseguir seu intento e agarrado a sua filha, ele ameaça se atirar de uma ponte. Claro, esta rápida sinopse não diz muita coisa, nem tem a intenção, principalmente porque eu não vi o filme e nem sei se vou vê-lo. Alguma distribuidora vai trazê-lo ao Brasil? O tempo dirá. “No Puedo Vivir Sin Ti” foi considerado o melhor filme chinês de 2009 e seu diretor, Leon Dai, também o melhor. O cinema chinês é vibrante e intenso. É o mínimo que se pode dizer. Assisti-lo e aprender com ele é também uma boa atitude. Ang Lee (de quem muita gente não gosta!) saiu de lá e, antes de filmar “Brokeback Mountain”, já tinha dirigido duas verdadeiras pérolas: “O Banquete de Casamento” (1993) e “Comer, Beber, Viver” (1994). Quem não viu, corra a alguma locadora e alugue, garanto, vale a pena! E é da China também seu maior diretor: Zhang Yimou. O cara mudou a cara do cinema internacional com um filme esplendoroso: “Lanternas Vermelhas” (1991), fez mais alguns filmes interessantíssimos e nos últimos anos - ele deve ter suas razões... - partiu para um exercício plástico quase insípido. De qualquer forma, dessa sua segunda fase, dá para destacar um deslumbramento visual: “O Clã Das Adagas Voadoras” (2004). E o cinema chinês? Bem, quando nos permitem, assistimos...



Escrito por Edson Bueno às 23h41
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O PREÇO DA IMORTALIDADE...



Escrito por Edson Bueno às 10h33
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