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A ETERNIDADE E UM DIA Edson Bueno
 


JULES ET JIM

François Truffaut era o homem que amava as mulheres... e a literatura... e o cinema! “Uma Mulher para Dois”, como se chamou no Brasil, é o seu terceiro filme, uma verdadeira revolução na forma de fazer cinema, pensar o roteiro e desenvolver personagens; além, claro, de oferecer ao mundo, em 1962, uma estonteante história de amor a três. A “nouvelle vague” movimento criado pelos franceses no final da década de 50, era mais do que um chamamento para o cinema de autor, mas propunha uma revolução técnica, que dava mais fluidez, humanidade e sinceridade ao cinema. Cortes rápidos, quebras de eixo e congelamentos de imagens, além de filmagem em locações, eram algumas das propostas. Truffaut usou e abusou de todas elas em “Jules et Jim”. Virou uma página e colocou três personagens mais do que intelectualizados vivendo a vida e conversando sobre literatura. Os três, vividos por Jeanne Moreau, Oskar Werner e Henri Serre protagonizam um filme apaixonante e um daqueles planos que ficam para os tempos. Truffaut, que em 1973 ganharia o Oscar com  um filme inesquecível (A Noite Americana), morreu aos 52 anos de câncer no cérebro. Sua paixão pelo cinema transcende o tempo e sua obra fica melhor e melhor a cada dia. 



Escrito por Edson Bueno às 18h58
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LADY AND THE TRAMP

Que casal apaixonado não sonha sentar-se em uma cantina italiana típica e brejeira e receber a simpatia de um cozinheiro glutão e cantante? E ainda por cima comer uma romântica macarronada no mesmo prato? E viver a cena do macarrão que a Lady e o Vagabundo de Wal Disney protagonizaram em 1955, embalados por “ Bella Notte”? Quem sabe que o desenho foi dirigido por  Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske? Ninguém, porque até pouco tempo desenho animado era só Walt Disney! Há 55 anos um plano lindo!



Escrito por Edson Bueno às 00h49
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THE EXORCIST

Em 1973, dois Williams (Peter Blatty e Friedkin) deixaram o mundo de cabelo em pé com um demônio invocado que assombrava o corpo de uma menininha doce e que, de uma hora pra outra virou de ponta cabeça a moral, a religião, a família e os valores éticos de uma sociedade que não sabe nada de coisa nenhuma. Era sim, um filme de terror, mas na verdade contava duas histórias arquetípicas: uma mãe culpada tentando salvar a filha e um filho culpado tentando livrar-se da culpa de ter abandonado a mãe e ser (?) homossexual. A culpa é que é o diabo! Funcionou pacas! No ano de “Golpe de Mestre” (quem lembra?) “The Exorcist” foi indicado a 10 Oscars (filme, direção, atriz – Ellen Burstyn -, atriz coadjuvante – Linda Blair -, ator coadjuvante – Jason Miller -, direção de arte, fotografia, edição, som e roteiro adaptado), ganhou dois: som e roteiro; mas permanece inteirinho e resiste a qualquer revisão. É uma obra prima do cinema fantástico e Max Von Sidow fazendo o Padre Merrin é um caso à parte. E nem foi indicado. Ficou para a história parando alguns segundos no portão da casa assombrada.



Escrito por Edson Bueno às 00h50
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PARA SEMPRE NA MEMÓRIA

quase...

Na falta do que pensar, penso no passado. Ou melhor, no que ficou do passado. Qual o assunto? Cinema, oras! É que fazer teatro é um exercício de desprendimento e talvez por isso grande parte dos artistas de teatro seja tão volúvel. Nada de uma encenação fica para a história, apenas algumas raras lembranças que vão se apagando com o tempo e as testemunhas. Uma fotinha ou outra, uma gravação em plano geral que não é nem um respiro do que foi o espetáculo. “... no vento...” como disse Peter Brook. Mas cinema é diferente e já foi mais. Alguns cineastas conseguiram num susto ou num intervalo de respiração, eternizar um plano que vira ícone. É cada vez mais raro porque cinema também está virando uma experiência fugaz e o exercício da edição frenética não deixa muito espaço para o prazer da invenção, da fotografia. Se você pensar, por exemplo, dois filmes comentadíssimos desse ano: “Avatar” e “Guerra ao Terror”, shows de imagens, mas qual plano ficará para a história? Nenhum. A memória trai, mas Sam Raimi com seu primeiro “Spider Man” quase conseguiu eternizar um deles: aquele em que Kirsten Dunst (Mary Jane) beija, na chuva, e de ponta cabeça, um Spider Man (Tobey McGuire) explodindo romance. Por que não ficou, mas quase? Segredos midiáticos. Cinema era mais pra sempre do que é hoje. Aliás, hoje, o que é pra sempre? Ou, pelo menos, o que a gente acha (como achava) que é (era) pra sempre? Porque pra sempre mesmo nada, nunca foi. Era? Rs. Mas então? Ah, sim. Resolvi rever, na memória e nos arquivos alguns planos que ficaram “pra sempre”. E, na falta do que fazer vou postando dia a dia, alguns deles, que cineastas maravilhosos deixaram para o tempo. Quem esquece Father Merrin (Max Von Sidow) chegando no portão da casa tomada pelo demônio no corpo de Regan (Linda Blair), em “The Exorcist”? A nostalgia é um exercício de vida ou de morte? O passado é o ego, como disse Osho. O presente é a vida de verdade. O futuro só uma possibilidade. Ontem fui assistir com o Abner (curioso pra saber o que ele acharia!) pela segunda vez “O Segredo dos Seus Olhos” o filme do Juan José Campanella que vai ficando melhor e melhor a cada lembrança. Quando a juíza Irene (Soledad Villamil) lê o “romance” de Benjamin Espósito (Ricardo Darin) e reconhece a cena em que se despediram na estação, ela comenta sobre o melodrama explícito da corrida atrás do trem em movimento, das mãos se encontrando no vidro da janela, dos olhos marejados e dos olhares. Ele pergunta: “Mas não foi assim?” E ela responde: “Se foi, por que você não fez nada?” Talvez ele respondesse “Porque aí não seria cinema, seria a vida real, e nós estamos num filme.” Não seria uma bela resposta? Mas aí também seria outro filme, talvez pior.



Escrito por Edson Bueno às 12h08
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ALHOS COM BUGALHOS

O colunista João Pereira Coutinho, da Folha de São Paulo desceu um cacete bonito em James Cameron e suas boas intenções, explicitadas numa entrevista (que ainda não li) nas páginas amarelas da “Veja” nessa sua vinda ao Brasil. Em resumo, ele duvida da dimensão humanista de Cameron. Concordo. Concordo porque falar é fácil. Mas, sinceramente, não estou nem aí para o blá-blá-blá de James Cameron, quando o assunto não é cinema. Se o assunto for ambientalismo, prefiro ouvir a candidata à presidência da República, a senadora Marina Silva, porque ela não faz cinema e entende tudo de preservação ambiental. Cada macaco no seu galho. De verdade, quando James Cameron resolve posar de salvador da natureza, pelo menos em minha opinião, só está tentando encher sua conta bancária com mais grana, para aumentar a venda de DVDs para “Avatar” e preparar o terreno para a sequela que vem por aí. É um homem inteligente, no sentido capitalista do termo. O problema é que entende tudo de cinema e cada vez que resolve por a mão na massa faz a coisa saltar para milhares de anos luz. Alguém pode dizer que é um salto meramente técnico. Também concordo. Enquanto Fellini, Bergman, Renoir, Resnais, Godard, Bunuel, Rosselini e outros fizeram do cinema uma arte conceitual e profunda, no sentido humanista da palavra, outros como o próprio Cameron, Harryhousen, Griffith, Hitchcock, Spielberg, Lucas e Ford contribuíram com a outra parte. Como disse, cada macaco no seu galho. Tempos atrás estava conversando com minha amiga Eloise Grein e disse que não suporto filmes de terror metidos a “cabeça”. Aqueles onde você vê uma barriga aberta e de lá saindo um monstrengo melequento e tem que enxergar ali algum tipo de metáfora política ou social ou até “humanista”. Se o negócio é denúncia, prefiro a sinceridade direta de um Costa Gavras. Diz de uma vez a que veio e não fica enrolando. Filme de terror é filme de terror, pra meter medo como um bom “Exorcista” ou “Iluminado” e estamos conversados. O mesmo posso dizer de filmes de ficção científica e de aventura. “Avatar” é uma maravilha, um deslumbramento, um êxtase de imagens, cores e movimento. Você assiste ao filme e fica com o coração na boca, pronto pra pular pra fora. Mas que não venha o excepcional diretor James Cameron posar de santinho, dizendo que agora virou um ambientalista/humanista porque fez um filme de porrada, explosões e belezas. Esse é o tipo de distorção midiática, fruto de uma incrível inteligência comercial. Como disse o João Pereira Coutinho:

“AVATAR em termos narrativos, não se distingue dos clichês habituais sobre a ganância do "homem branco" e a grandeza moral de qualquer tribo indígena que desconheça o papel higiênico. Até o momento em que o "homem branco" se converte ao nativismo, usando folhas de árvore para o serviço e olhando com repugnância para a sua própria cultura "imperialista" e ocidental. Não sei quantas vezes assisti a esse sermão. Mas sei que o sabor do refogado não se altera com temperos tecnológicos. AVATAR é um exercício moralista e pedestre construído por um milionário californiano que jamais abandonaria os confortos da civilização "branca" e "imperialista" para se entregar à pureza das florestas.”



Escrito por Edson Bueno às 23h12
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FORA DE USO

Estamos itinerando com “O Evangelho Segundo São Mateus” por diversas cidades da região metropolitana de Curitiba e um pouco mais longe (mas não muito!). Viajamos de van e a tal tem sistema de vídeo. Mais do que duas horas de viagem e é sempre um filme. Na última viagem assistimos “Across the Universe”, musicalzinho (como todos chamam...) muito, muito romântico e lindo. E “A Era do Rádio”, de Woody Allen, o filme que fez Paulo Francis concluir que Woody, cada vez mais, dirigia sonhos e não filmes. Concordo. Mas, celebrações à parte, Woody termina seu filme em tom melancólico, comemorando a entrada de 1945, com um cenário vazio, neve e um sentimento de mudança de época e fim de tempos. Na locução ele fala dos heróis, apresentadores, cantores e atores da Era do Rádio, cujas vozes foram ficando cada vez mais longínquas e fracas até desaparecerem por completo, dando lugar a outros, que surgem de carne, osso e vozes dentro da televisão, por exemplo. E, perto no meio da madrugada, na escuridão da estrada que liga Telêmaco Borba e Curitiba, não pude deixar de lembrar de uma senhora, que na noite anterior, em Rio Negro, diante de uma pequena plateia, de não mais que 40 pessoas, comentou: “As pessoas estão morrendo! Preferem ficar em casa vendo televisão a ir ao teatro. Estão morrendo!” E depois, mais ainda, da apresentação em Telêmaco, para não mais que 30 pessoas, não pude deixar de pensar sobre as relações entre o público e algumas artes que rareiam. Afinal, cada vez se vende menos livros de alta literatura, cada vez se vai menos ao cinema dito de arte, cada vez se vai menos ao teatro, principalmente em cidades que não são a grande capital de um estado. Seria interessante fazer uma pesquisa de opinião que, ao invés de perguntar em quem o brasileiro vai votar, questionasse sobre seus conhecimentos de três ou quatro pessoas. Eu sugeriria Dostoiévski, Pixinguinha, Federico Fellini e Cacilda Becker. Só pra saber qual a porcentagem de brasileiros, de cada uma das classes, conhece ou já teve contacto com a arte de qualquer uma delas. Nas capitais e nas cidades do interior. Por que esse questionamento no meio de outra madrugada, em minha casa? Porque o teatro, oras! Estamos, nós artistas de teatro, em um meio termo estranhíssimo. Um local de difícil definição. Precisamos de palcos para nossa arte, mas os palcos estão, praticamente todos, nas mãos dos governos, porque em termos privados ficam todos inviáveis economicamente. Afinal, o teatro não dá tanto dinheiro que sustente os grandes custos de manutenção. E o governo possui os teatros municipais e etc e tal. Mas em Telêmaco Borba, por exemplo, o Teatro Municipal, onde está a própria Casa da Cultura é um abandono só. Fomos atendidos por um senhor que é, talvez o guardião do lugar. Ele nos disse que não teríamos iluminação porque a mesa queimou e mesmo que não estivesse queimada, há apenas uns 14 ou 15 refletores muito antigos, completamente fora de uso. E a maquinaria é um abandono, a caixa do palco um lugar soturno e seco e a plateia com paredes de caliça branca, sujas e tristemente acolhedoras. Quem iria lá assistir a uma peça de teatro? Paira no ar uma sensação de desconforto e é como se todos, estivéssemos empurrando o tempo com a barriga. Dias atrás, conversando sei lá com quem, afirmei, e reafirmo agora, que o brasileiro médio não tem muita clareza de qual a diferença entre Fernanda Montenegro, Daniele Winits, Luciano Hulk e o Marcelo Dourado do Big Brother. É tudo a mesma coisa: personalidades da televisão. Não importa o que fazem, importa que são personalidades. Em outro momento eu estava no Restaurante Vegetariano e ouvi quatro senhoras na mesa ao lado, falando dos participantes do último Big Brother, com uma intimidade e um grau de sinceridade, que, encantadas, não pareciam perceber que falavam de inutilidades, burrices, ignorâncias e fofocas medíocres; enquanto grandes belezas estão ao seu dispor em cinemas, livrarias, teatros e caixas de som. As suas vidas se apequenam e a cada dia elas perdem o controle de seus pensamentos, ações e palavras. Não percebem. Como disse a senhorinha de Rio Negro: “... estão morrendo!” Nós, os atores de teatro? Nós sempre passaremos, de uma forma ou de outra, mas e Shakespeare? Checov? Nelson Rodrigues? Quem, sabe quem foram, por exemplo, Flávio Rangel,  Braulio Pedroso, Sergio Cardoso, Fernando Torres, Henriete Morineau, Antonio Carlos Kraide? Fora de uso... talvez como os personagens de “A Era do Rádio”, homenageados por um romântico sonhador... Woody Allen. Qual brasileiro médio sabe quem é ele?



Escrito por Edson Bueno às 02h48
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