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A ETERNIDADE E UM DIA Edson Bueno
 


POSTER QUE VALE A PENA POSTAR

Direto da Noruega (a la Cloverfield)



Escrito por Edson Bueno às 13h00
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NUNCA SABEMOS AO CERTO QUANDO DEIXAMOS DE SER IMPORTANTES.

Hoje, logo cedo, eu me deparo com um texto muito profundo do meu amigo Guilherme Almeida, postado no facebook. Me disse tanto e eu acho tão importante que resolvi roubá-lo e postar aqui, pra falar também para quem não leu e visita o meu blog vez em quando. Aproveitem, é lindo ... e também triste...

                
“É triste perceber que quem tanto me importa não olha por mim, apenas me vê. Não altera em nada sua lista de prioridades quando preciso de socorro, atenção. Apenas (depois, sempre depois) desculpa-se. Diz que as coisas estão complicadas. Sempre se sai com ótimos motivos para não ter ido, feito, acompanhado. Conhece meus gostos, minhas neuras, o porquê do riso rasgado. Sabe o número do meu telefone, onde vivo, mas mora num outro universo, do qual não tenho o endereço, nem pertenço: é péssimo notar que sou pouco para quem é muito pra mim.
E não se trata de desdém, nem de rancor. É mais sutil e menos óbvio, por isso tão doído (sei que o carinho existe, mas anda tímido). Pode até me surpreender com telefonemas, e-mails, conversas à toa, mas não está presente nos momentos críticos da minha vida. Torna-se incomunicável, desaparece. Não fica ao meu lado. Não pega o lenço para que eu possa continuar chorando, sem medo de julgamentos. Não traz da cozinha a garrafa da minha bebida preferida para comemorarmos. Não me abraça quando faltam palavras, não me afaga quando elas não bastam. Sei que aquela pessoa, tal qual a recordo, existiu, só não sei em que ponto deixou de ser real para se tornar um holograma da minha mente. Uma suspeita de surto: será que me enganei desse jeito? Talvez não tenha me enganado, apenas o tempo nos tenha tornado diferentes demais e já não andemos na mesma direção.
Talvez.
Talvez percamos o sentido de existir na vida de algumas pessoas, por mais importantes que tenhamos sido (ou que supomos ter sido). Nossa permanência torna-se oca de significado. Desbota. Gradualmente, sumimos. E não há nada de errado nisso. De triste, sim (todo fim é triste), mas não de errado: não dá para exigir ser amado. Errado é mantermos à nossa volta, atrelados a nós por compulsão ou necessidade de companhia, quem não tem mais nada a nos oferecer. Para quem oferecemos tão pouco.
Quantos sinais são necessários até compreendermos que já não nos importamos com alguém?”



Escrito por Edson Bueno às 15h42
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O REENCONTRO

La Piel Que Habito, o novo Almodóvar, com Antonio Banderas.



Escrito por Edson Bueno às 09h40
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RITMO ADOLESCENTE

Acariciado pelo Thiago, lá fui eu mais ele, assistirmos “Pânico 4” na promoção de segundas de abril do Cinemark. Três reais é brincadeira! Se o filme vale os três reais? O Thiago quase saltava da poltrona vibrando a cada facada certeira! Eu? Na verdade queria sentir medo, mas não senti nenhum. Esse cinema americano encomendado para adolescentes inquietos é difícil! Não precisa ter clima, tem que ter movimento. Não precisa surpreender, só tem que agitar. Então que nada cola na retina e tudo é feito só para passar o tempo. Filme de terror pra fazer rir? Os tempos realmente são outros. Quando assisti “Psicose” do Hitchcock, o Norman Bates dava medo; agora o “Ghostface”(acho que é assim que se chama!) não assusta ninguém na plateia e é só uma máquina de fazer sangue e qualquer assassinato é motivo de riso. Wes Craven que é um poço de irregularidade fez do celular o protagonista desse novo “Pânico” e às vezes até irrita pela obviedade. Mas como disse o Thiago, o filme é feito dela. No caso, a obviedade é que é a linguagem. Talvez. Estou confuso. Não dormi durante a projeção, o já é alguma coisa. Acho que porque o Thiago estava ao meu lado se divertindo até não poder mais!



Escrito por Edson Bueno às 06h02
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O DESTINO BATE À SUA PORTA

Estávamos todos em Feira de Santana e eu pensando em todas as coisas que acontecem quando um toque do destino, empurrado por nossos atos e intenções, faz a roda girar. “Se”, pois é! Se não tivéssemos, por exemplo, sido escolhidos pelo Palco Giratório/Sesc para essa longa aventura com “O Evangelho Segundo São Mateus”, todas aquelas aventuras e pessoas (mais uma pessoa!) que encontramos pelo caminho, nunca teriam cruzado esse agora nosso. E ainda “se”... se não tivéssemos inventando essa peça, que um dia eu disse que já dizia tudo o que eu sempre quis dizer com teatro, e estava satisfeito. E se o Teatro Novelas Curitibanas, berço do trabalho, não tivesse sido reinaugurado? E se? Se? Se? Como é maluco o movimento da vida. E as coisas que grudam na pele e as que desgrudam depois e ainda as que só fazem cócegas. E as que se recusam a experimentar a vida com a gente porque não percebem tudo o que poderia acontecer de belo e talvez não, mas muito. A felicidade mora numa encruzilhada, disse a Clarice Lispector. Difícil decidir qual estrada. Paciência. A Arlene, querida amiga, descoberta em Feira de Santana, vendo minha felicidade baiana e a pena de voltar, ao despedir-se largou na boa: “Venha morar aqui, mude a sua vida. Quem sabe não é só o que está faltando para um grande acontecimento?” Pois é, quem sabe? Até pensei em ir pra mais cima, Fortaleza, mas agora... o Rio de Janeiro... Ai, a vida, o destino, Clarice Lispector. Mas eu queria falar também de outros destinos com outros amigos. Fiquei emocionado, no Festival de Teatro, quando fui assistir “Murro em Ponta de Faca”. Até que a peça me pareceu fora do tempo, embora a garra, o amor e a intensidade de todos os meus queridos amigos atores e tudo mais. Mas isso é de menos importância quando ao final lá veio o Paulo José, sentado com uma prancheta na mão, rodeado pelos atores, Nena, Laura, Sidi, Abílio, Gabriel, Érica... e eu tinha a mais absoluta certeza de que estava presenciando um momento histórico. Pra quem? Pra mim, oras!  Um momento movido pelo “destino” de uma inquieta Nena que faz, por pura aventura e desejo, a roda da vida girar. A roda da fortuna! É preciso estar atento e forte! Foi tão emocionante e bonito! E o Paulo José e sua resistência talentosa, insistente, poderoso, pleno de arte e Brasil, me faz pensar todos os destinos que a vida faz e deixa de fazer. Todas as brincadeiras que deixamos de brincar. Nossa vida é definida pelo medo ou pelo amor. O Festival (falando agora tão depois) me deu muitas felicidades, vi peças maravilhosas e conheci gente muito bacana, mas nenhuma encheu mais o meu espírito de esperança e grandeza que a última cena de “Murro em Ponta de Faca”: Paulo José rodeado pelos meus amigos. Às vezes é preciso viver muita vida para experimentar um só momento.



Escrito por Edson Bueno às 09h11
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